
Como de costume, o estádio estava lotado, com muita festa e pressão da trorcida xeneize. O Boca precisava apenas de um empate por 0 a 0 ou 1 a 1 para se classificar, mas começou o jogo a todo vapor. Logo aos dois minutos, o primeiro ataque perigoso: Riquelme - de volta ao time após contusão - rolou para Chávez, que bateu forte. O goleiro Martin Silva iniciava ali a primeria de várias defesas. No rebote, Forlín cabeceou e a bola passou perto.

Com a desvantagem no placar, o time argentino se lançou ao ataque em busca do empate ainda no primeiro tempo. Aí apareceu a estrela do goleiro Martin Silva, que iniciou seus "milagres". Primeiro, aos 38, após chute de Chavez, onde mostrou reflexo e bom posicionamento. Depois, aos 42, em cabeçada firme de Forlín, Silva fez uma defesaça.

Os últimos dez minutos foram de ataque contra defesa. Aos 37, Palácio recebeu na área e chutou, mas Martin Silva espalmou. O lance mais incrível da partida foi aos 41. Gracían arriscou um lindo voleio, mas o goleirão fez mais um milagre. Não era o dia do Boca: 1 a 0 Defensor, classificado para as quartas.
Eu dizia aqui que o Boca era favorito, mas não podia bobear frente Defensor. Os uruguaios é daqueles times chatos, que se posiciona muito bem em campo, tem saída rápida e um atacante que se movimenta muito. Sem muitas comparações, parece o Once Caldas, campeão da Libertadores em 2004. Além disso, o time uruguaio bate o Boca, em Bombonera, o que não acontecia desde 2003. Pela frente, terá o Estudiantes, de Verón - primeiro jogo no Uruguai.

O certo é: caiu o 'Bicho-papão" da Libertadores. Caminho livre para os brasileiros? Quase. Olho nos uruguaios.
Um comentário:
hahhahahaahahha....
bem feito!
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