- Começando pelo duelo dos favoritos: Corinthians x Internacional. Mano Menezes mandou a campo apenas dois titulares - Felipe e Cristian - pensando no confronto contra o Fluminense pela Copa do Brasil. Competição que o Inter também tem pela frente - em jogo tambpem difícil, contra o Flamengo - porém preferiu vir com força máxima. O Corinthians até teve um bom início, mas aí apareceram os craques.


Para a segunda etapa, o Corinthians voltou melhor posicionado. As entradas de Alessandro e Dentinho, no lugar de Diogo e Jucilei melhoram o time. A primeira boa chance porém só veio com 18 minutos, em belo chute de Wellington Saci, mandando para fora e assustando Lauro. Três minutos depois, Alessandro cruzou na medida, mas Souza (!) furou na cara do gol. Aos 27, Lulinha fez bom drible em Guiñazu e tocou na medida para Alessandro, que bateu fraco para defesa do goleiro colorado. Mesmo melhor no jogo, o time corintiano não conseguia ser objetivo. Quem quase acabou marcando na única grande chance do segundo tempo foi o Inter, com Alváro. O zagueiro cabeceou forte depois de escanteio, mas Felipe provou estar em grande fase e fez mais um bela defesa. Placar final no Pacaembu: 1 a 0 Inter!


O Flu teve chances de ampliar, mas parou no erro de arbitragem - erro normal, pois o lance do gol de Maicon era difícil - e na defesa são-paulina. A grande chance foi com Edcarlos. Primeiro, Marquinho lançou Thiago Neves, que bateu e Bosco espalmou para dentro da área. A bola sobrou limpa para Edcarlos, que encheu o pé, mas Richarlyson salvou em cima da linha. Fred também teve grandes chances.
Muricy mecheu na equipe, no intervalo. Tirou os fraquissímos Richarlyson e Hugo, colocando Wagner Diniz e Borges. Isso melhorou a criação da equipe. Washington perdeu boa chance aos 10. O grande nome do segundo tempo foi o árbitro Sandro Meira Ricci, que mostrou como não se apita um jogo. No fim, Borges obrigou Fernando Henrique a fazer duas grandes defesas e garantir a vitória do Fluminense!
O fato é: vejo o Fluminense melhorando e o São Paulo sem convencer. Se Fabinho, do Corinthians, chegar mesmo nas Laranjeiras, pode dar a consistência que Parreira precisa. Já Muricy tenta achar opções para melhorar a saída de jogo. Principalmente pelas laterais. Pelo que vimos até aqui, os tricolores não prometem muito esse ano.

Aí veio o lance. Aos 14 minutos, depois de cobrança de escanteio, Jancarlos impediu o gol do Flamengo com a mão - digamos que fez uma "defesa". Pênalti e expulsão do lateral cruzeirense. Juan foi para a bola, e Fábio defendeu com os pés. No rebote, o lateral tentou de cabeça e o goleiro defendeu novamente. Adílson Batista tirou Thiago Ribeiro e colocou Fabrício. Com isso, a Raposa ficou mais atrás, buscando contra-ataques. E abriu o placar aos 28 minutos. Wagner sofreu pênalti de Wellinton. Kléber bateu bem e fez: 1 a 0 Cruzeiro. O Flamengo, com um a mais, iniciou uma pressão em busca do empate, mas sem organização.

A entrada de Erick Flores colocou mais fogo na partida, mas o mesmo problema. O próprio garoto perdeu boa chance, uma por finalizar mal, e outra por ser fominha. O rubro-negro cansou e o Cruzeiro aproveitou para matar o jogo. Aos 44, Ramires recebeu grande lançamento, driblou dois marcadores e bateu. Bruno ainda tentou salvar, mas não conseguiu: 2 a 0!
Uma vitória na raça. É assim que pode ser descrita a vitória do Cruzeiro. Ramires, Kléber, Marquinhos Paraná e Fábio mantem uma regularidade fantástica e conduzem o time mineiro. Pelo Flamengo, a dupla Ibson-Kléberson tem atuado muito bem mas, como dito antes, falta um finalizador. Adriano? Sim, mas não somente. E o Cruzeiro me convence a cada dia que vai longe nessa temporada.


A primeira boa chance foi tricolor. Fábio Santos fez bom cruzamento pela esquerda e Maxi Lopez cabeceou firme, carimbando a trave. Souza e Fábio Santos, chutando de fora, quase abriram o placar, entre outras chances. O Santos teve a melhor oportunidade com Paulo Henrique. Madson deu um passe fantástico para o jovem meia, mas Victor - olho nele Dunga! - saiu bem do gol e salvou. Kléber Pereira vai virando o "artilheiro dos gols perdidos". Teve duas boas chances desperdiçadas.
A volta do intervalo esfriou as duas equipes, principalmente os destaques antes mencionados. Marcelo Rospide tirou a dupla de ataque Jonas e Maxi Lopes, apagados nos segundo tempo, para colocar o volante Túlio e Alex Mineiro, adiantando Souza ao ataque. Não resolveu. Vágner Mancini trocou Neymar por Molina. Isso travou mais o meio-campo santista. O meia colombiano quase abriu o placar em um belo chute de fora, passando muito perto do gol. Souza, pelo lado gremista, obrigou o goleiro Douglas a fazer uma defesaça.
Aos 31, o placar saiu do zero. O zagueirão Réver dominou na esquerda, cortou o marcador e bateu forte, sem chances para Douglas: 1 a 0 Grêmio. O empate santista veio a altura, aos 40. Molina bateu falta com perfeição e mandou no ângulo. Resultado justo no Olímpico: 1 a 1!
Apesar do erro de Rospide nas alterações, continuo batendo na tecla de que ele deveria continuar no comando gremista. Melhorou o time e conhece o elenco. No Santos, a dependência de Kléber Pereira precisa acabar. O atacante tem perdido vários gols e não tem uma sombra. O resultado foi melhor para o Peixe.

Ney Franco veio para o segundo tempo mudando o time do 3-5-2 para o 4-4-2. A equipe melhorou e foi para cima, em busca do empate. Não podia deixar de falar do pênalti claro não marcado pelo árbitro Wilson Mendonça (!), em lance que Túlio Souza foi derrubado por Pablo Escobar. A melhor chance do time carioca foi aos 17. Victor Simões escorou cruzamento e a bola bateu no travessão e na trave. Incrível. Com a expulsão de Cicinho, aos 34, o Botafogo aumentou ainda mais a pressão. E foi recompensado aos 39. Eduardo fez bom cruzamento e Victor Simões cabeceou firme e deu números finais ao jogo. 1 a 1.
O Santo André mostrou bons valores e bom posicionamento, mas tem que ser mais ousado. E o Botafogo demonstra não ter elenco para ir longe. Depender demais de um só jogador é o sinal disso. Ney precisa de reforços, tanto para chegar e ser titular, quanto para compor elenco.

Na segunda etapa, o Náutico voltou melhor, mas levou o terceiro gol. Mais um de Felipe, que ao tentar cruzar, surpreendeu o goleiro Eduardo e fez por cobertura: 3 a 1 Goiás. Isso aos 10 do segundo tempo. O Timbu foi atrás do gol, e fez com Carlinhos Bala, cobrando bem uma falta aos 18. O Goiás tentou segurar o resultado, mas acabou sofrendo o empate, aos 39. O atacante Gilmar fez boa jogada individual, passou por dois e marcou um belo gol: 3 a 3! Fim de papo.
2 comentários:
Cruzeiro mostrou raça e pq é o guerreiro dos gramados. Uma partida eletrizante e super movimentada. Foi a vitória da raça.
Nunca mais tinha vindo aqui
realmente a primeira rodada foi de arrepiar
mais seria melhor se tivesse o vascao, mas ano q vem a gnt volta para recuperar o q é nosso, o posto de melhor time do brasil!
P.S: Rodrigo, você aceita ficar responsável pelo resumo da rodada da Série A e postá-lo no blog o Sentimento não para?
Se sim me manda o teu e-mail, para te mandar a permissão!
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