
Contra um Atlético retrancado, o Palmeiras precisou insistir para vencer. E conseguiu na bola parada, grande arma de Felipão. A liderança é justa, mas o time precisa de reforços. Já no Atlético, nesse ritmo, Adílson Batista cai no máximo em quatro rodadas. Podem anotar.

Fluminense ganhou corpo. Atuação decisiva de Rafael Moura, e com grande destaque de Deco. Jogo equilibrado, onde ganhou quem soube aproveitar os espaços e as oportunidades. Olho no tricolor.

Botafogo começou muito bem na marcação e criando boas oportunidades. Abriu o placar com o bom Elkeson. O Ceará encontrava dificuldades para vencer a marcação botafoguense e raramente chegava. Mesmo assim, conseguiu o empate em uma verdadeira lambança da zaga do Botafogo. Osvaldo aproveitou e deixou tudo igual. O gol não mudou o retrato do jogo. Botafogo mais criativo e marcando bem. Ceará sem criação e pouco assustava.
No segundo tempo, o Ceará voltou mais ofensivo. Assim, virou o placar, em uma pancada de Michel, fazendo um belo gol. Perdendo, o Botafogo buscou acordar e conseguiu novo empate, com Antônio Carlos. No fim, quase o alvinegro carioca conseguiu a vitória.
O Vozão precisa de algo mais para surpreender como em 2010. O Botafogo de Caio Júnior vai buscando ganhar uma cara, mas peca de mais na defesa. Destaque para a boa atuação de Cortês, pela esquerda, e Elkeson, no meio.

No segundo tempo, o jogo ficou mais aberto no começo. O Atlético apostava no contra-ataque, enquanto o Figueirense tentava pressionar. E em uma das investidas, Héber recebeu e abriu o placar, após falha da zaga. Não demorou muito e o zagueiro Édson Silva fez o segundo. Ficou nisso.
Jogo chato em um horário mais chato ainda. Dois times limitados, sem criatividade e que jogam apostando no erro adversário. Foi assim que o Figueirense garantiu mais uma vitória. Mas em alarde. As duas equipes são fracas.
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