O São Paulo foi para cima, como era esperado. E, assim como no primeiro tempo, rapidamente fez o gol, com Rivaldo, de cabeça, em ótimo cruzamento de Dagoberto. O tricolor animou, pressionou, teve três ótimas chances para ampliar, a melhor com Rivaldo, sozinho com o goleiro. E o Atlético fez valer o "quem não faz toma". Cruzamento de Rafael Cruz e Anselmo deixou tudo igual novamente.
Aí começou o abafa. Na base da velocidade pela esquerda, o tricolor criou mais duas boas oportunidades. Parou em Márcio e no invidualismo. Acabou em empate.
É claro que não dá para avaliar Adílson Batista por um jogo. Mas, já podemos dizer que ele começa com a luz amarela no São Paulo - principalmente o torcedor. O tricolor pressionou, mas a falta de um artilheiro fica cada dia mais clara. Enquanto espera Luís Fabiano, vai ficar nisso. O Atlético jogou como podia. Fechado, segurando e esperando chances para matar o jogo. Em três lances, dois gols. Por isso o empate.

Caio Júnior mexeu na organização tática e o Botafogo melhorou. Foram três chances claras de gol, quase todas passando por Alexandre Oliveira e usando bem o lado direito. O Atlético pouco fez. Mas aproveitou a noite de Morro Garcia, que aproveitou a saída mal de Jefferson e fez: 2 a 0. Alex ainda diminuiu, mas tarde de mais.
O Atlético não jogou bem, mas venceu. Para quem não conseguiu isso até agora, é muito importante, convencendo ou não. Morro García é uma boa opção, assim como Marcinho. Mas a defesa é digna de pânico. O Botafogo foi bem em partes do jogo, mas não tinha atacantes. Caio Júnior joga xadrez durante a partida e isso atrapalha. Joga xadrez porque gosta de mudar posicionamento de jogadores, improvisar. Mas a corda-bamba, ao meu ver não é justa. Porém, Cuca está fazendo uma baita sombra.

O América tem um time muito limitado e envelhecido. Antônio Lopes vai contando os jogos para a queda no cargo. Enquanto isso, o Figueira vai cumprindo o papel de pressionar em casa, arrancar um pontinho fora. Isso, geralmente, dá certo, até mesmo para quem não tem um time muito forte.

Veio o segundo tempo. Fraco, de poucas chances. E o Ceará aproveitou, principalmente com a entrada de Felipe Azevedo e Enrico. As mudanças deram resultado. Após falha de Wellinton (!) Osvaldo tocou para Felipe Azevedo empatar.
Thiago Neves e Ronaldinho preferiram a suspensão e o Fla pagou o preço. O time sentiu os desfalques e a fraca defesa. Gostei da atuação de Luiz Antônio, saindo bem para o jogo. Enquanto isso, o torcedo espera muito pela entrada de Alex Silva na zaga. O Ceará jogou na dele, com três volantes e saiu para o jogo quando percebeu que dava. Empatou.
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