
O esperado “jogão” não aconteceu. A partida foi
cansativa. Portugal apresentou uma marcação avançada, forçando a Espanha dar
passes longos e ter menor posse de bola. Mesmo com tudo isso, a Fúria teve as
melhores chances no primeiro tempo. As mudanças feitas no segundo tempo deram
maior movimentação ao ataque espanhol. Portugal só assustou em cobranças de
falta com Cristiano Ronaldo. No geral, nada de chances reais de gol. O zero a
zero era retrato fiel da partida. Na prorrogação, a Espanha foi para cima e
teve boas chances de fazer o gol da vitória. Parou em Rui Patrício.
O zero a zero persistia de tal maneira que os dois
primeiros pênaltis foram defendidos pelos goleiros Rui Patrício e Casillas –
Xabi Alonso e João Moutinho perderam. Os gols começaram a sair apenas na cobrança
de Iniesta. Todos marcaram. Até chegar a vez de Bruno Alves. Ele cobraria
antes. Mas Nani fez o zagueiro guardar o erro para o fim. A bola explodiu no
travessão e Fábregas colocou a Fúria na final.
A Espanha entrou na Euro como favorita. Sem esforço,
chegou a final. Pode não mostrar aquele futebol vistoso que muitos esperam. Mas
é a Fúria, campeã da Europa e do mundo. Será que guardou o melhor para a final?
Resta esperar – e respeitar.
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