
Primeiro, sobre o jogo que garantiu a vaga. Com 2 a 0 de
vantagem, o Boca esperou os chilenos. Assustou nos contra-ataques e ficou perto
do gol com Riquelme e Mouche. A trave e Herrera salvaram La U,que tinha posse
de bola, mas não conseguia concluir com perigo no primeiro tempo.
No segundo tempo, os chilenos foram para cima. Acertaram o travessão
em cobrança de falta de Díaz. O Boca seguiu chegando com perigo nos
contra-ataques. Enquanto isso, a Universidad de Chile pressionava. Díaz, o
cérebro do time, ficou perto do gol por duas vezes, mas parou em Orión e na
trave. Por mais que tentava, a bola teimava em não entrar. Os argentinos
seguraram o placar e garantiram a vaga na decisão.

Por outro lado, a defesa é lenta. Os laterais raramente vão
ao ataque. Mas Orión mostrou que está em boa fase e com sorte.
Além disso, há uma camisa acostumada com decisões – e com
títulos. Uma torcida conhecidamente apaixonada. E um estádio mítico – não tanto
como antes, mas ainda mítico. Todos estes ingredientes esperam o Corinthians na
final.
Nenhum comentário:
Postar um comentário